A energia já nasce limpa.
Hidrelétricas, eólicas e solares respondem pela maior parte da eletricidade gerada no país — um ponto de partida que poucos países têm.
86,8% da eletricidade ofertada no Brasil em 2025 veio de fontes renováveis.
Transição energética no Brasil
Telhados viraram usinas. O consumidor vai poder escolher de quem compra energia. O carro passou a abastecer na tomada. Cada uma dessas mudanças cria uma pergunta que o cliente não sabe responder sozinho — e uma oportunidade para quem quer empreender aprendendo a responder.
Site de Jimmy Fenner, licenciado independente da iGreen Energy desde 2022. Não é o site oficial da iGreen Energy.
O que está mudando
A matriz elétrica brasileira já é majoritariamente renovável. Por isso, aqui a transição não é só trocar a fonte: é mudar quem gera, quem escolhe e o que consome energia.
Hidrelétricas, eólicas e solares respondem pela maior parte da eletricidade gerada no país — um ponto de partida que poucos países têm.
86,8% da eletricidade ofertada no Brasil em 2025 veio de fontes renováveis.
Com a Lei nº 14.300/2022, quem gera energia perto do consumo — no próprio telhado ou numa usina compartilhada — passou a ter regra clara para compensar créditos na conta.
9,1 milhões de unidades consumidoras já recebem créditos de geração distribuída (ANEEL, conexões até 31/08/2026).
Assim como aconteceu com a telefonia, o consumidor está ganhando o direito de escolher o fornecedor de energia. A distribuidora continua entregando — muda quem vende.
Lei nº 15.269/2025 criou o cronograma de abertura do mercado livre para a baixa tensão; o Decreto nº 13.097/2026 fixou as datas.
A frota elétrica cresce todo ano, e cada carro novo precisa de onde carregar: em casa, no trabalho, no comércio e na estrada.
29.866 pontos de recarga públicos e semipúblicos no país em agosto de 2026.
Todo consumidor do Grupo A, atendido em média e alta tensão, pode escolher o fornecedor de energia.
Consumidores industriais e comerciais atendidos em baixa tensão poderão escolher o fornecedor.
Os demais consumidores, o que inclui as residências, também poderão escolher de quem compram energia. A efetivação depende da regulamentação da ANEEL.
Onde está a oportunidade
Quando a telefonia abriu, o consumidor passou a precisar de alguém que comparasse planos. Quando o crédito chegou ao bairro, nasceu o correspondente bancário. Com a energia é igual: o cliente vai ter escolhas que nunca teve, e não vai saber fazê-las sozinho.
Quem aprende a responder essas perguntas com método — e continua acompanhando o cliente depois — constrói uma carteira de relações que não termina na primeira venda.
Uma profissão, cinco frentes
No ecossistema da iGreen Energy, quem empreende na transição energética não depende de um produto só. Toque em cada frente para ver para quem ela é e onde você entra.
A forma mais simples de participar da transição. O consumidor passa a receber créditos de energia gerada em usinas renováveis, com desconto na conta de luz — sem obra, sem placa no telhado e sem trocar de distribuidora.
No mercado livre, o consumidor escolhe de quem compra energia e negocia preço e prazo. Hoje ele já está aberto para todos os consumidores de alta tensão, e a lei prevê a chegada à baixa tensão: primeiro comércio e indústria, depois as residências.
Para quem prefere gerar a própria energia: um sistema fotovoltaico no telhado ou no terreno, dimensionado para o consumo da casa ou da empresa.
Para o empreendedor que quer um ponto de recarga do ecossistema iGreen. O eletroposto vem instalado, pintado e ligado ao sistema da iGreen, em três modelos: da carga lenta, para o comércio do bairro, ao ultrarrápido, para estrada e frota.
Esta página não apresenta estimativa de faturamento ou de rentabilidade. Modelos, valores e condições são definidos e divulgados pela iGreen Energy.
O carro elétrico precisa de onde carregar, e alguém precisa levar o eletroposto a postos, mercados, hotéis, condomínios e estacionamentos. Na Conexão Mob, o licenciado conecta a venda da Licença Mob e também os motoristas à rede de recarga iGreen.
Condições, elegibilidade e regras de cada solução são definidas pela iGreen Energy e podem mudar. As condições vigentes são apresentadas na conversa.
Quem ajudou a construir o setor
Carlos Evangelista fundou e presidiu a ABGD, a Associação Brasileira de Geração Distribuída. Hoje é licenciado da iGreen Energy. Três trechos da nossa conversa sobre para onde a energia do Brasil está indo.
Carlos Evangelista · a abertura do mercado
Na conversa, as datas citadas são 15 de novembro. As datas oficiais, fixadas pelo Decreto nº 13.097/2026, são 25/11/2027 e 25/11/2028.
Carlos Evangelista · a portabilidade da energia
Carlos Evangelista · mobilidade elétrica
Perguntas frequentes
As informações desta página têm caráter informativo e não substituem os materiais e contratos oficiais da iGreen Energy. Condições comerciais podem ser alteradas a qualquer momento.
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